O placar foi convincente, mas a atuação teve dois jogos diferentes. No primeiro tempo, o Cruzeiro criou, marcou com Matheus Pereira, permitiu o empate e ainda perdeu um pênalti. Na volta do intervalo, a equipe mostrou mais controle e transformou pressão em resultado.
O meio-campo encurtou o campo
A principal mudança esteve no comportamento sem a bola. O time passou a ocupar o campo ofensivo com mais gente e reduziu o espaço entre as linhas. O Athletico teve dificuldade para acelerar as transições, e o Cruzeiro recuperou a posse mais perto da área adversária.
Romero apareceu onde o jogo pedia
O gol que recolocou o Cruzeiro em vantagem nasceu de uma chegada por dentro. Romero recebeu na entrada da área, eliminou a marcação e finalizou com calma. Foi uma jogada que resumiu o melhor momento da equipe: aproximação, ocupação do corredor central e decisão rápida.
Mais do que administrar o empate, o Cruzeiro procurou o segundo gol e sustentou a pressão até abrir vantagem.
Kaio Jorge fechou a conta
O atacante sofreu e converteu o pênalti do terceiro gol. O lance ganhou repercussão pela conversa com Matheus Pereira antes da cobrança, mas dentro do jogo consolidou a vitória e impediu uma reação do adversário nos minutos finais.
O que fica para a sequência
Com 42 pontos e a sexta colocação, o Cruzeiro voltou a ficar a três pontos do G4. Os próximos compromissos contra Santos e Vitória, ambos fora de casa, vão medir se a melhora mostrada no Mineirão pode virar sequência.


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